Une certaine tendance des cinéphiles.

(ou, uma certa tendência dos cinéfilos.)
By: Google Tradutor, ainda tô no básico 1 do Francês.
xD

Salve, salve companheiros.
Como estão vocês?
Espero que estejam todos bem!!
Depois de dois posts em menos de 20 dias, já vamos em mais 3 meses desde o último né? :/
Assim mesmo…às vezes, falta inspiração. #mimimi!

Bom, hoje vou falar um pouco sobre cinema. Gosto muito de assistir filmes (acho que todo mundo gosta né?),  acho que dentre as formas de arte, o cinema é o formato mais popular.

Pra mim, a popularidade do cinema tem a ver com dois pontos,

- A própria linguagem, que é meio que um resumo das outras artes. Tem o apelo visual e performático da pintura, da escultura, da dança, unido ao apelo sonoro da música e tudo isso acompanhado da praticidade que, por exemplo, não temos no teatro.

- Outro ponto, que vai ser o foco do nosso post é, que consumir cinema aparentemente é mais fácil do que consumir outros tipos da arte. No sentido de que uma parte do processo de interpretação é feito exteriormente a quem consome. O filme passa toda a informação necessária para se aproveitar a experiência. Uma história é contada pra você. Diferente de um quadro de pintura, onde a interpretação é puramente pessoal.

Por causa dessa aparente facilidade, acho que acabamos ficando meio preguiçosos em relação a pensar na linguagem cinematográfica. Não paramos muito pra pensar e interpretar um filme, normalmente aceitamos o que é passado e pronto. É sobre essa tendência de não pensar na linguagem que vou falar um pouco…mas vamos ver de onde surgiu a ideia desse post.

Bom, finalmente comprei uma televisão nova pro meu quarto com wifi, usb…essas coisas e agora vai ficar mais fácil baixar filmes e assistir na tv, não sou muito fã de assistir no computador, nem gosto muito de ir em locadoras, assisto filmes meio que no improviso, às vezes tô sem fazer nada e procuro alguma coisa no netflix, ou na tv a cabo. Estava devendo alguns filmes e esses dias já consegui assistir muita coisa. Assistí:

- “Janela Indiscreta” de Hitchcock, diretor.
- “Psicose”, também de Hitchcock como diretor.
- “Adaptação” de Spike Jonze, diretor e roteiro de Charlie Kaufman
- “Som ao redor”, de Kleber Mendonça Filho, diretor e roteirista.
- “O palhaço”, direção de Selton Melo que também teve participação no roteiro.
- “Jules e Jim” de Francois Truffaut, diretor e roteirista.

Esse último tinha começado a ver um tempo atrás mas ele é baseado num livro e estava acabando de ler.
Todos muito bons por sinal…

A escolha desses filmes não foi aleatória, outro dia estava vasculhando o site da saraiva e encontrei um livro sobre Charlie Kaufman, esse do roteiro de “Adaptação”, ele também é o roteirista de “Quero ser John Malkovich” e “O brilho eterno de uma mente sem lembranças”, entre outros. Me interessei pelo livro pois gosto muito de “O brilho eterno…”

O nome do livro é:

“O jogo da reinvenção.
Charlie Kaufman e o lugar
do autor no cinema”
De Cecília Sayad.

O livro discute a carreira de Kaufman, e abre um debate interessante sobre a autoria de um filme.

Quem é de fato o autor de um filme?
Já que quem escreve o texto que é base de um filme é o roteirista, por que quase sempre escutamos falar que um filme é de tal diretor? Ou seja o diretor leva os créditos como autor e consequentemente o mérito pelo filme, deixando os roteiristas relegados aos créditos finais, aos quais ninguém presta atenção.

Por exemplo,

“É um Filme de Scorcese”, ou
“Ah, é um filme de Tim Burton”

(Como exercício, tente lembrar o nome de algum roteirista! Difícil né? Agora tente lembrar alguns nomes de diretores, você vai conseguir, pelo menos uns 5 rapidamente…)

Para entender esse conceito de diretor-autor, precisamos voltar um pouco no tempo.

O título do post de hoje faz referência ao título de um artigo de François Truffaut, para a revista, “Cahiers du cinema”, nº31, de Janeiro de 1954. Nesse artigo Truffaut analisa a tendência que o cinema francês estava seguindo na época…

A tendência que ele se refere era o apego excessivo ao texto dos quais os filmes estavam se baseando. Com o avanço da tecnologia, o cinema mudo foi sendo substituído pelos filmes falados e foi necessário o uso de técnicas de narração oriundas da literatura para a elaboração de roteiros mais artísticos. Isso fez crescer a importância dos roteiristas (na maioria escritores e jornalistas, portanto mais interessados na fidelidade ao texto) em detrimento do valor do diretor.

Truffaut defendia que o diretor tinha que imprimir uma marca pessoal no filme, e que pra isso podia se valer de alterar roteiro, usar enquadramentos diferenciados. Ele vinha de uma escola cinematográfica, onde assim como um escritor se exprime por meio do texto, o diretor seria capaz de se expressar através de um filme, ou seja usando a câmera como uma caneta para contar uma história. E de fato essa era uma das intenções do movimento que se instaurou anos seguintes (Novelle Vague, que teve em Truffaut um dos seus ícones). Substituir a caneta pela câmera.

Dado esse background histórico, voltamos a falar sobre “pensar” a linguagem cinematográfica.

É interessante que tendo por trás toda essa discussão sobre autoria de um filme, às vezes assistimos um filme e nem sequer damos a devida atenção ao roteirista ou ao diretor e por essa falta de atenção acabamos deixando passar detalhes que enriqueceriam nossa experiência. Para um bom diretor, toda montagem de uma cena é pensada nos mínimos detalhes, cada posicionamento ou movimento de câmera tem um motivo.

É interessante que tendo por trás toda essa discussão sobre autoria de um filme,  às vezes assistimos um filme e nem sequer damos atenção a como tal cena foi filmada, e para um bom diretor toda montagem de uma cena é pensada nos mínimos detalhes, cada enquadramento, cada posicionamento, cada movimento da câmera é pensado para passar uma mensagem ou imprimir uma sensação.

Veja por exemplo essa foto do livro que Coppola usou para criar o roteiro de “O poderoso chefão”.

 

Thegodfather foto02

 

Lá em cima, podemos ler:

“O tiroteio: Grande Detalhe
O Don (Marlon Brando), é o personagem principal desse filme, assim como em “Psicose”, Somos totalmente jogados quando ele é baleado. Ou seja, Coppola que imprimir uma sensação com o modo como a cena será filmada. (Apesar de que, na minha opinião, ele não conseguiu essa sensação…”/), Outro detalhe é a preocupação com o design, podemos ver do lado direito na página, “Design cuidadosamente” e “Como Hitchcock filmaria isso”  Hitchcock é conhecido por ser metódico na filmagem das cenas de seus filmes e um mestre em imprimir suspense no modo como filmava.

Bom acho que é isso. Confesso que não consigo reconhecer toda técnica empregada na filmagem de uma cena, preciso estudar mais sobre o tema. Mas o importante é ter a consciência que existe uma técnica e uma tentativa de passar uma mensagem, independente da história que está acontecendo ali na tela. Estava lendo agora pouco um livro com frases e pensamentos de Fernando Pessoa e vi uma frase que vem muito a calhar.

“O essencial na arte é exprimir, o que se exprime não tem importância.”
(Fernando Pessoa, Ideias estéticas – da arte)

Felipe Trajano.

PS: Aqui são dois video do Pablo Vilaça do “Cinema em cena” analisando algumas cenas e falando das técnicas usadas. Vale muita a pena ver! Comentem!

Bons Companheiros

O Poderoso Chefão

Bacharel, mestre e doutorando em Matemática pela UFPE. Aspirante a: fotógrafo, capoeirista, blogueiro, programador, investidor, jogador de PS3, jogador de poker, apostador de esportes, escritor, alpinista, mochileiro, tocador de violão e por aí vai...por enquanto é só! Mas só por enquanto...

Posted in Uncategorized | Tagged | Leave a comment

Santa Maria, fome e psicologia.

Salve, salve companheiros!
Como vocês estão? Espero que estejam todos bem!
Lá vamos nós para o segundo post do mês o/,
apesar de ainda não ser a frequência ideal que planejei (1 vez por semana, o.O),
pelo menos é um começo.

Resolvi puxar um assunto que sempre me intrigou muito e tem a ver com uma notícia que nesses últimos dias está em alta nas redes sociais e na mídia. (e também porque só uma pessoa sugeriu assunto para próximas postagens, mas que vai precisar de um pouco mais de pesquisa e ficou para o futuro.)

No dia 27/01/2013 aconteceu em Santa Maria-RS, um acidente que matou mais de 200 pessoas. Acho que todo mundo sabe do que estou falando, mas como alguém pode estar lendo esse post numa data muito posterior, vou resumir o que aconteceu. O que foi noticiado é que durante um show numa casa de festas, a banda que estava se apresentando, ao iniciar seu espetáculo pirotécnico, começou um incêndio que resultou nessas mortes.

Não vou entrar no mérito de procurar culpados, nem de criticar a ação dos envolvidos. Alguém tem que responder por esse acidente e teremos que rever nossa política de fiscalização de casas de shows pra que isso não volte a acontecer, mas isso é com a justiça, com as prefeituras e com quem mais que seja encarregado.

O que me levou a escrever esse post, é o curioso fato de algumas tragédias comoverem tanta gente e outras não.

Dois dias depois desse acidente, estava assistindo um filme, “Falcão negro em perigo”, que conta a história de uma operação americana durante a guerra civil da Somália em 1993. O filme é baseado em fatos reais, e no começo do filme, quando o narrador nos situa no contexto histórico, ele comenta que 300.000 pessoas estavam morrendo de inanição decorrente dessa guerra civil. Inanição é uma debilidade por falta prolongada de alimentação (as pessoas estavam morrendo de fome, em bom português).

(Link para a página do conflito na wikipédia.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Mogad%C3%ADscio_(1993))

300.000 pessoas morrendo de fome…
É um numero absurdo de gente…
Daí, fui pesquisar os números da fome no google e sabe o que descobri?
Que no mundo, 15.000.000 (15 MILHÕES) de pessoas morrem por ano de inanição. A cada 3,6 segundos morre uma pessoa de fome.
1, 2, 3, 4…morreu alguém. E ninguém fica puto pacaralho por causa disso, não se vê em lugar algum alguém falando do assunto, mas esse acidente gerou uma mobilização imensa na mídia.

Aí não da pra deixar de questionar, por que é que um acidente envolvendo 236 pessoas choca mais do que um incidente envolvendo 15 milhões?

Passei alguns dias pensando nessa pergunta e não consegui achar uma resposta…Comecei a procurar pela internet e vagando por alguns blogs sobre moral, ética, psicologia, acabei encontrando um artigo científico do Departamento de Psicologia da Universidade da Pensilvânia, que me esclareceu um pouco as coisas.

(Link do Artigo.http://opim.wharton.upenn.edu/risk/library/WP201209_JZB-DS_SelfInterest.pdf)

O artigo é baseado num experimento feito com 216 jovens. Todos eles recebiam $3 (dólares) e alguns dos participantes eram instruídos a doar seus $3 à uma instituição de caridade enquanto outros eram instruídos a ficar com os $3 e um terceiro grupo devia escolher o que fazer com o dinheiro, se devia doar ou não.

Nós somos, em nossa essência seres sociais. Gastamos tempo e um esforço considerável para construir e manter nossa relações com outras pessoas. Desde criança somos ensinados a dividir nossas coisas com os outros e a medida que crescemos aprendemos a tomar nossas decisões levando em consideração o ponto de vista das outras pessoas. Se tomamos uma decisão que favorece nosso interesse próprio, às vezes nos sentimos culpados por colocar nossas vontades acima da dos outros.

“tá e daí?”
Calma…

Baseado nessa ideia, os pesquisadores levantaram a hipótese de que esse sentimento de culpa, não ocorreria se o indivíduo não tivesse outra opção, a não ser de agir em seu próprio interesse.

Foi justamente isso que a experiência mostrou, o jovens do grupo que fora instruído a ficar com o dinheiro afirmaram que se sentiram mais feliz do que os que foram instruídos a doar para caridade e os que tiveram a escolha. Às vezes as pessoas realmente querem agir de uma maneira egoísta, mas não o fazem por saberem que se sentiriam mal em relação a esse egoísmo.

E se fizermos um paralelo com o sentimento das pessoas em relação a fome na África, por exemplo, o que podemos concluir baseados nessa experiência citada? Na minha opinião de merda, temos a impressão que não podemos ajudar essas pessoas que passam fome no continente africano, pois uma forma de ajudar seria mandar dinheiro. Não sabemos como fazer isso, é burocrático enviar recursos para fora do país, ainda tem o problema de saber pra onde mandar.

“Vou mandar para que instituição?”
“E se forem corruptos?”

Toda essa dificuldade cria essa impressão de impotência, que como mostrou o experimento diminui nosso sentimento de culpa e podemos gastar nosso dinheiro como quisermos sem nos preocupar.

E por que o acidente de Santa Maria nos afeta tanto?
Acho que nenhum de vocês que está lendo esse texto aqui já passou mais do que algumas horas com fome, mas quem nunca enfrentou uma casa de show lotada ou uma fila imensa numa saída de uma boate? É a assustadora possibilidade de que poderia ter acontecido com você que choca tanto, pensar assim gera uma identificação imediata com as vítimas e com o que eles passaram. Na minha opinião é isso.

Bom pessoal, como isso aqui não é redação não vou escrever uma conclusão tentando convencer você a ajudar as pessoas que passam fome na África, nem nada do tipo…escrevi esse texto mais por ter conseguido chegar a alguma conclusão sobre um tema que sempre me deixou curioso. Espero que tenham gostado!!!!!!

Vocês concordam com essa linha de pensamento? Deixem nos comentários.

PS:Por favooooor, deixem algum comentário sobre o post, se gostaram ou não. Esse feedback é muito importante pra quem tá escrevendo. Outra coisa, se encontrarem algum defeito pelo blog podem comentar também, estou arrumando nosso formato e estou começando a me adaptar ao html agora.
Sem mais, até logo!

Felipe Trajano.

Bacharel, mestre e doutorando em Matemática pela UFPE. Aspirante a: fotógrafo, capoeirista, blogueiro, programador, investidor, jogador de PS3, jogador de poker, apostador de esportes, escritor, alpinista, mochileiro, tocador de violão e por aí vai...por enquanto é só! Mas só por enquanto...

Posted in Uncategorized | 9 Comments

Zona de conforto.

Salve salve companheiros do Puxando Assunto. Quase completamos 2 anos sem postagens né?
Estava meio sem inspiração para escrever, o ato da escrita não se mostrou tão natural quanto eu imaginava. Mas estamos aqui!

Estava preparando um post sobre hobbies, mas ficou muito extenso e filosófico demais, acabei deixando de lado…

Hoje vou falar um pouco sobre algumas coisas que pensei lendo o último livro que comprei. O livro é ” a arte e a ciência de memorizar tudo” de Joshua Foer. Conta a trajetória de um jovem repórter que foi cobrir um campeonato nacional de memorização e ao questionar alguns participante, descobriu que a memorização na realidade não era necessariamente um dom inato, mas sim algo que podia ser aprimorada com exercícios. Ele entra num desafio de tentar vencer o campeonato americano, sendo treinado por um dos participantes. A quem interessar segue o link do livro:

http://links.lomadee.com/ls/RnlXbDtjanFyQVlHRjsyNTQxMjk1NzswOzE3NjszMzY4MDEyMzswO0JSOzM7.html

Nesse livro, em determinado momento ao tentar explicar a memória o autor cita uma experiência de um cronobiólogo (o cientista que estuda a relação do tempo com os organismos vivos). Esse cara passou dois meses numa caverna, em total isolamento, sem acesso a relógio, calendário ou sol.

Nas palavras do livro:

“Como não acontecia nada, não havia marcos cronológicos com os quais pudesse medir a passagem do tempo. Quando a equipe de apoio foi buscá-lo ele pensou que tinha passado só um mês. Sua experiência de tempo tinha se resumido a metade. Ele chegou a conclusão que a monotonia comprime o tempo, a novidade o expande. Você pode ter uma vida longa, mas experimentar uma vida curta. Se passar o dia sentado trabalhando esse dia vai passar sem memórias novas, se fundir com o seguinte e desaparecer. Por isso é importante mudar a rotina, passar férias em locais exóticos e ter o máximo possível de experiências novas que possam servir de âncoras para nossa memória. Criar novas memórias estende nosso tempo psicológico e prolonga a percepção de nossa vida.”

E aqui vai minha pergunta pra você!
Você tem vivido muitas coisas marcantes?
Tem deixado âncoras para sua memória?!

O título do nosso post de hoje vem daí, “Zona de conforto”. O que significa esse expressão?

Significa zona de conforto! Fuck Yeah!rsrsr

¬¬

Falando sério, se você for no google e pesquisar “zona de conforto”, o primeiro link que aparece é o da Wikipédia, que diz o seguinte:

“Na psicologia, a zona de conforto é uma série de ações, pensamentos e/ou comportamentos que uma pessoa está acostumada a ter e que não causam nenhum tipo de medo, ansiedade ou risco. Nessa condição a pessoa realiza um determinado número de comportamentos que lhe dá um desempenho constante, porém limitado e com uma sensação de segurança.”

Pra mim, zona de conforto tem muito a ver com rotina, você sempre fazendo as mesmas coisas que você tá acostumado, coisas que não te causam mais ansiedade e/ou medo. Aí com toda essa onda de fim de ano, parei pra refletir um pouco em como foi meu ano de 2012, percebi que não tenho muitas histórias pra contar…passaram-se 365 dias da minha vida e aí?

(lógico que aconteceu muita coisa, principalmente nesse fim de ano…mas foram 8760 horas em 2012 que posso resumir em poucas frases)

…depois de refletir um pouco, decidi que ia tentar fazer as coisas um pouco diferente…

Decidi que quando estiver fazendo minhas reflexões sobre 2013, quero ter muito mais pra falar, quero deixar muitas “âncoras para minha memória” esse ano.

Comecei o ano seguindo a dica do livro e resolvi fazer uma viagem “exótica”! Fiz Recife-Fortaleza de carro (tá…não é exóóótica, mas é uma viagem muito longa), parei em Pipa-Rn na ida, Canoa Quebrada-CE na volta. Foram 1900km de estrada e muita história pra contar! Foi só uma semana de viagem, mas parece que foi muuito mais, ou seja pra mim, sair da minha zona de conforto encarando uma viagem tão longa, funcionou para estender a minha noção do tempo.

Bom acho que é isso.
Não podia renovar a assinatura do blog sem postar pelo menos alguma coisa!
Novamente gostaria de algumas sugestões para os próximos posts.
Algumas palavras chaves, ou algum assunto…sei lá qualquer coisa.

flws!

PS: Pessoal gostaria de verdade de receber críticas e comentários, nem que seja só um gostei, por isso, não gostei por aquilo…Valeu!

Bacharel, mestre e doutorando em Matemática pela UFPE. Aspirante a: fotógrafo, capoeirista, blogueiro, programador, investidor, jogador de PS3, jogador de poker, apostador de esportes, escritor, alpinista, mochileiro, tocador de violão e por aí vai...por enquanto é só! Mas só por enquanto...

Posted in Uncategorized | 14 Comments

Aquele dos mais vendidos.

E aí galera, sejam bem vindos a mais um post do puxandoassunto.com,
Como é que foram essas semanas de vocês?
Espero que tenham sido boas!

Tinha comentado que ia postar uma vez por semana e já não cumpri com o combinado né?
Tô numa correria esses dias, a defesa do mestrado ta marcada para o dia 14/03 e tô estudando muito,
aí não tive muito tempo livre esses dias.

Motivo explicado, vamos ao nosso post.

E ai, que assunto vamos puxar hoje?!

Pensei em fazer um post sobre um filme que passou há algumas semanas na globo,
o “Vanilla sky”, um filme que eu acho muito massa, mas como tava estudando na hora
que tava passando, só vi algumas partes, aí pensei ” Bom eu alugo, assisto novamente e escrevo
alguma coisa depois de rever”, intenção até boa mas desde aquele dia ainda não tive coragem de passar na
locadora…

Outra alternativa que me passou na cabeça foi falar de livros.
Aí não tem desculpa de ter que reler os livros né?! Seria complicado…

Uma boa ideia pra começar nosso post seria comentar o que vocês tão lendo por aí.
Como só vou ter um feedback sobre os livros de vocês depois que esse post for pro ar, uma alternativa
é dar uma olhada no que está sendo mais vendido.

Aqui vai o link do site da veja, dos livros mais vendidos da semana.

http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos

(estou com problemas pra inserir links, copiem e colem o endereço em outra página).

Pensei logo na “Veja” porque tenho assinatura aqui em casa.
Pra falar a verdade não gosto muito dessa revista, as únicas coisas que acompanho nela, são: a lista de mais vendidos, os lançamentos de cds, alguma sinopses de filmes e a parte das frases dos famosos (#prontofalei), acho a revista muito tendenciosa, e odeio aquele Diogo mainard, as colunas dele são uma Me#$@, verborragia barata que ele acha que impressionam alguém, acho que depois vou fazer um post sobre isso mas por enquanto deixa pra lá…mas… não tive paciência ainda de convencer o pessoal daqui de casa a cancelar a assinatura…ainda),

enfim, continuando;

Então…

Quais desses livros vocês já leram?!
Tão pensando em ler algum?
(Leia-se, escrevam nos comentários lá embaixo…)

Confesso que só lí um livro dessa lista, o

Bilionários por Acaso
Ben Mezrich [9 | 15]
INTRÍNSECA

Nono da lista de não ficção.

Esses números ao lado do nome do autor significam o seguinte:

[A|B#] –

A: posição do livro na semana anterior
B: há quantas semanas o livro aparece na lista
#: semanas não consecutivas

No caso de “Bilionários por acaso” o livro aparece com a legenda “[9 | 15]” ou seja foi nono lugar na semana
passada e está na sua décima quinta semana na lista de mais vendidos. A ausência do # significa que
as 15 semanas foram consecutivas.

Antes de continuar, acho que é válido fazer um comentário a respeito da listas de mais vendidos.

Não me iludo achando que essas listas mostram os melhores livros à venda nas livrarias.

-Mas por que não?

Afinal de contas se o livro for bom, mais gente vai querer comprar, e mais gente comprando
ele vai ser mais vendido! (¬¬)

Aí é que está o problema.
Além da questão ética, onde estão envolvidas as pessoas que fazem essas listas, os donos de livrarias, que disponibilizam as vendagens, os próprios editores da revista que podem manipular esses dados (digo aqui editores como representando o responsável por esssas informações numa revista, sei nada da dinámica da edição de uma revista), que tem o poder de manipular dados.

Como comenta o Luis Nassif nesse Link abaixo,

http://sites.google.com/site/luisnassif02/osmaisvendidos

(novamente, copiem e colem o link em outra página.)

Como tem a própria questão filosófica da coisa, tá lá a lista (bunitinha la sem nenhum tipo de manipulação, em sua primeira semana) representando os mais vendidos, ai você vai na livraria querendo comprar alguma coisa pra ler, quando entra, já se depara com uma estante com uma placa “Os mais vendidos” e tá la uma lista de 10 livros, lógico que você vai dar atenção, isso influencia sua escolha mesmo que inconscientemente você da uma credibilidade a mais aqueles livros. se você tiver com pressa vai pegar qualquer livro daqueles e comprar. O livro não é vendido PORQUE ele é bom, ele é vendido porque ele é “um mais vendido” o que de fato vai acontecer, e você só vai saber se ele é bom depois de ler. PORQUE nem em críticas você pode confiar, como mostra o Luis nassif nesse link ai em cima (gente fazendo crítica de livro do chefe ¬¬).

Bom pra acabar esse assunto, não tô dizendo que não da pra confiar nessas informações, só estou dando um alerta pra ter cuidado, tenha senso crítico ao se deparar com tais informações.

Sim, agora o que é que é isso nessa primeira colocação de mais vendidos de ficção?!?!?
O livro mais vendido essa semana foi “A cabana”, o livro está com impressionantes 124 semanas na lista de mais vendidos e o mais impressionante…Semanas CONSECUTIVAS…WTF*!?!?

Como assim?

Como é que um livro consegue ficar…(indo na calculadora fazer as contas)… Dois anos e 4 meses na lista
de mais vendidos da semana?
Toda semana alguém compra esse livro?!?! (lógico né? ¬¬)
Você conhece alguém que leu esse livro?!
Você leu?!?
Alguém se habilita a tentar me explicar o porquê desse sucesso?

Quem de vocês leu esse livro?

Até tentei, quando comecei a ler nem sabia que era uma ficçcão, tava achando a história até
interessante, começa com um drama de uma menina desaparecida e tal, bem escrito (apesar de ser uma tradução), até que chega uma hora que o autor começa a viajar…a menina desaparecida é encontrada assassinada numa cabana, e o pai dela depois de um tempo, recebe uma carta da minina pedindo pra ir visitar ela na cabana (¬¬, é fiz essa cara mesmo….já desconfiando), ai ele vai visitar a cabana (é eu conto mesmo)…
Aí…
ele tem umas visões (¬¬), o cara quando entra na cabana a paisagem muda (?¬¬), ai ele ve
uma mulher negra que diz que é jesus (¬¬³¹²³£), quando cheguei nessa página fechei o livro, larguei mesmo.
Desculpa pra quem leu e gostou mas tava achando que era baseado numa história real, ai me deparo com uma dessa…

Sim mas tô esperando explicações. Quem leu pode deixar seu tetemunho ai nos comentários (Querido lombreir…er…leitor…).

Continuando…

Falando do Bilionários por acaso, é um livro massa pra passar o tempo. Pra quem não sabe, o livro fala dos bastidores
da criação do facebook, quando o Mark Zuckerberg, estava na faculdade e criou o site.

O livro gira em torno da ideia da criação ter sido dele ou não,
já que um grupo que queria lançar um site parecido, chama o Mark pra ser programador deles
e enquanto Mark trabalha pra eles, paralelamente Zuckerberg lança seu facebook.com

Recomendo a leitura também pra quem pensa em empreender algum dia, que a história mostra
esse lance de que com uma boa ideia e trabalho (no mínimo roubando uma boa ideia e com trabalho)
você consegue se dar bem, e a ideia nem é essas coisas toda de complicada.
Como o livro é sobre um site, tem algumas horas que ele usa termos
de informática, mas nada que atrapalhe a leitura.
Enfim, recomendo.

O filme “A rede social” é baseado nesse livro e também é uma boa pedida pra passar o tempo,
mas tentem ler o livro antes de ver o filme.

E já puxando outro assunto.
O que vocês preferem nesses casos de filmes baseados em livros?
Preferem ver o filme primeiro ou ler o livro?

Comigo acho que funciona melhor na ordem livro-filme.
Sempre acho os livros mais legais. Agora acho que você tem que ler antes,
que depois que você vê o filme a leitura se torna um pouco cansativa,
você sabe mais ou menos o que vai acontecer, nada surpreende muito.

(Tudo bem, se você for de livro-filme vai perder a surpresa também, mas o interessante do livro-filme
é que você vai poder ver todas as cenas que voce imaginou, e no filme-livro, você perde a surpresa
e não tem o ganho da visualização das cenas)

E pensando bem, o melhor de ler um livro é esse suspense natural que a leitura proporciona né?
A história tá naquele momento de tensão ou naquele momento de ação, e o climax da cena vai durar
ali umas três quatro páginas, qualquer momento por mais breve que seja pode ser estendido por várias e várias linhas e que quando se traduz em tempo de leitura, esses momentos duram mais que muitas cenas de filmes.
Ou então o carinho que você têm pelas personagens, lembro que fiquei arrasado quando “Gandalf” do “O Senhor dos Aneis” (Meu livro preferido, que na verdade são três livros) morreu no primeiro livro, ou então quando “Sirius Black” morreu no “O Prisioneiro de Azkabhan” da saga de Harry Potter.

Lembro de algumas passagens de livros que quando se tornaram cenas de filmes perderam toda o impacto,
como por exemplo no livro “O Codigo Da Vinci”, na parte em que Robert Langdon joga o criptex (o criptex era
uma espécie de cofre com um compartimento para guardar um pedaço de papiro, só que se você tentasse
forçar a abertura ele liberava um vinagre que dissolvia o papiro) pra cima e você fica achando que todo o segredo que eles estavam procurando o livro inteiro ia se perder (na verdade o Robert já tinha aberto e tirado o que tinha dentro) pense num desespero que me bateu, eu ficava pensando “PQP, o cara jogou a parada fora!!!FDP”, e o criptex subindo e caindo e se quebrando no chão…
foram os momentos de mais tensão do livro, no filme o cara joga pra cima o negócio cai, você quase não tem
tempo de pensar…

Outra coisa que na minha opinião contribue pra um envolvimento maior com o livro é a linguagem descritiva.
Nos filmes os cenários passam quase despercebidos, você até chega a pensar que o cenário é bonito,
mas você só nota o cenário, diferente do que acontece num livro, você pensa o cenário.
Nos livros o cenário tem que ser descrito de uma forma que o leitor consiga “enxergar” onde o personagem se encontra, descrevendo cores, texturas, móveis, há um cuidado com essa informação e ela é tão importante quanto o próprio personagem na cena, quanto a informação se o personagem é homem ou mulher.

Para encerrar o post que játa muito grande, só vou mencionar os livros dessa lista de mais vendidos que tenho interesse em ler, que são:

-”50 Anos a Mil”, biografia do Lobão, que apesar de não conhecer muito da música dele,
acho ele um cara inteligente e saca muito de cultura musical. Sem contar que ele é um escroto duca#$@%o

-”O Símbolo Perdido”, livro do Dan Brown, mesmo autor do “O Código da Vinci”, gosto muito desse autor, ele consegue um dinamismo
grande nas histórias que conta, e o modo como ele constroi a historia de ficção baseado em fatos reais é muito interessante.

Acho que só, sempre quis ler o pequeno príncipe mas não acho que vá ser nos próximos dias que isso vai acontecer.

Fora esses que citei, ainda tenho que ler os livros que comprei recentemente e ainda não li.

-”O Velho e o Mar”, E. Hemingway, tô muito ansioso pra ler esse, dei uma olhada nas primeiras páginas e gostei da narrativa.

-”Um Jogador” de F. Dostoiévski, esse é porque gosto muito de jogo de apostas, e o livro é so um jogador de roleta.

-”Os Demônios” também de Dostoiévski, esse foi no impulso que comprei.

Em outra oportunidade vou listar aqui todos os livros relevantes que li (relevantes que digo é que não vou citar os paradidáticos
do colegio né?!).

Bom é isso.

Espero que tenham gostado!

Alguém sabe de onde foi inspirado o título do post?!?!

PS: comentem, gostaria da opinião de vocês sobre o tamanho do post. Acho que exagerei, vocês preferem textos menores?!

*WTF = What the Fuck?=Que po##@ é essa?. (nota do autor/tradutor)
¬¬
Pra descontrair…

Felipe Trajano.

Bacharel, mestre e doutorando em Matemática pela UFPE. Aspirante a: fotógrafo, capoeirista, blogueiro, programador, investidor, jogador de PS3, jogador de poker, apostador de esportes, escritor, alpinista, mochileiro, tocador de violão e por aí vai...por enquanto é só! Mas só por enquanto...

Posted in Uncategorized | 3 Comments

Puxa um assunto aí!

E aí pessoal, tudo beleza?! Sejam bem vindos ao meu novo blog, esse é nosso post inicial (tomara que seja o primeiro de muitos), tô bem empolgado pra escrever e espero que gostem!!

Bom, sei que não vai dar pra fugir muito do assunto né?! Afinal de contas tenho que explicar pra vocês do que se trata o blog, apesar do nome já dar uma vaga ideia, (Hã?!?) essas coisas precisam ser ditas.

Primeiro vamos falar um pouco da iniciativa de fazer esse blog. Ultimamente tenho tido uma vontade enorme de escrever, tenho lido muito ultimamente, tô comprando livros direto (na verdade essa parada de comprar é quase uma compulsão, entro numa livraria e é muito dificil sair sem nada), então acho que é natural esse interesse de escrever. Tava querendo escrever um livro(Vê mermo…), mas poh, muuito dificil!
O processo de criação eh complicado. Tenta aí bolar alguma história interessante pra você ver!
Levei um tempão pra bolar o nome desse blog (todos os nomes legais estão registrados, inclusive esse puxandoassunto, so que achei tão legal que resolvi registrar o domínio, impressionante como é barato $17 ao ano!!), ai você imagina bolar uma história original ( que todo mundo já escreveu sobre tudo, pooh…) que realmente disperte curiosidade e interesse nas pessoas por umas duzentas páginas, poh, foda. Por isso veio a ideia de começar por aqui. Seria um treino pra pegar prática e costume pra escrever.

Com o nome mais ou menos bolado, vem outro problema, sobre o que escrever?
Tava vendo uns blogs, nada contra, mas a maioria são blogs de tecnologia e comédia (poh tem uns muito engraçados depois recomendo aqui pra vocês), então acho que temos espaço para um blog sobre variedades por aqui, variedades tipo variedades mesmo (¬¬), filmes, música, livros… Agora pretendo explorar os assuntos de uma forma descontraída, como se no meio de uma conversa o assunto “morgasse” e alguem mandasse “puxa um assunto ai!”

É ai que a gente assume! Passa a bola pra cá!

Esse vai ser meu objetivo, falar de coisas de uma forma descontraida que vocês possam incluir numa conversa de bar, numa roda de amigos…

Sei que é muita pretensão minha, mas poh…tem que pensar grande né não?!

Agora não adianta querer falar de tudo, vou falar sobre coisas que me interessam (é, no final das contas sou eu que tô escrevendo né?! parafraseando o Capitão Nascimento, “Quem manda nessa p#%*@ aqui, sou eu!!!hahhaha, brincadeira…rs) mas também não precisam se preocupar, sou uma pessoa normal, gosto da maioria das coisas que todo mundo gosta, gosto de sentar numa mesa de bar tomar uma cerveja e conversar sobre filmes, dos mais alternativos até as comédias românticas e aqueles “blockbusterzões”, televisão, seriados e tal, gosto de conversar sobre música, de comida, bebida (o/o/o/),livros, sobre relacionamentos, a gente pode falar também de literatura, tecnologia (sou fissurado por tecnologia!),de jogatina (sou viciado em poker), gosto muito de fotografia, a gente pode falar tambem sobre viagens, publicidade, economia todas essas coisas me interessam. Mas confesso que das coisas que estão ai listadas a que eu mais gosto é sentar numa mesa de bare beber! #admito!! Por isso acho digno falar dos bares da cidade também. Enfim, gosto de muita coisa e vou tentar falar de todas essas coisas aqui, gostaria muuuito da opnião de vocês sobre o blog e sobre os assuntos que vamos abordar, então sintam-se à vontade para deixar um comentário e puxar um assunto também.

Pra um primeiro post explicativo acho que tá legal.
Não sei qual vai ser a frequência de postagens, vou tentar postar
pelo menos 1 vez por semana, acho uma frequência legal, estou com várias
ideias mas também não da pra escrever tudo logo de cara, se não vai faltar assunto mais pra frente.

Vamo lá, deixa sua opnião nos comentarios junto com uma sugestão de assunto para os próximos posts…
Dependendo da quantidade de gente que ficar visitando vou até bolar umas promoções!

Bom é isso.

Obrigado pela visita!

Felipe Trajano.

Bacharel, mestre e doutorando em Matemática pela UFPE. Aspirante a: fotógrafo, capoeirista, blogueiro, programador, investidor, jogador de PS3, jogador de poker, apostador de esportes, escritor, alpinista, mochileiro, tocador de violão e por aí vai...por enquanto é só! Mas só por enquanto...

Posted in Uncategorized | 8 Comments